{"id":2723,"date":"2017-07-25T20:46:07","date_gmt":"2017-07-25T23:46:07","guid":{"rendered":"http:\/\/icbneuro.com.br\/?p=2723"},"modified":"2025-10-08T20:23:37","modified_gmt":"2025-10-08T23:23:37","slug":"pesquisa-aponta-que-73-milhoes-de-brasileiros-tem-dificuldades-para-dormir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/pesquisa-aponta-que-73-milhoes-de-brasileiros-tem-dificuldades-para-dormir\/","title":{"rendered":"Pesquisa aponta que 73 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam dificuldades para dormir."},"content":{"rendered":"<p>Confira a reportagem veiculada na Revista do Correio do dia 09\/07\/2017 sobre as dicas para ter uma boa noite de sono.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"m_-8309898531622970089yiv7271224077yui_3_16_0_ym19_1_1481824578748_3375\"><\/div>\n<div align=\"justify\">\n<p>Muita gente perde o sono pensando nele. Mas, com ins\u00f4nia ou sem ela, dormir \u00e9 um ato necess\u00e1rio ao organismo e intimamente ligado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es emocionais e de estilo de vida. H\u00e1 quem durma tr\u00eas horas e se sinta satisfeito. Os jovens bo\u00eamios acham que \u00e9 perda de tempo. Os que t\u00eam poucas horas querem mais cinco minutos todas as manh\u00e3s. E existem aqueles que n\u00e3o dormem. O sono voltou aos holofotes nas \u00faltimas semanas com a autoriza\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) para a produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de um novo medicamento para ins\u00f4nia no Brasil. Dias antes, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Sono fez um alerta: 36,5% dos brasileiros sofrem com o mal.<\/p>\n<div id=\"publicidadeinterna\"><\/div>\n<\/div>\n<div align=\"justify\"><\/div>\n<div align=\"justify\">\n<p>Dorme-se pouco em troca de trabalho, estudo, ascens\u00e3o financeira e tantos outros motivos. A sociedade parou de valorizar o sono como um componente da qualidade de vida e se priva dele. Muitos de n\u00f3s, realmente, sofre com ins\u00f4nia cr\u00f4nica \u2014 uma doen\u00e7a, que exige tratamento e, em casos extremos, at\u00e9 o uso de rem\u00e9dios. Mas ir para a cama e pregar o olho \u00e9 um desafio cada vez maior e exige uma mudan\u00e7a de comportamento que pode n\u00e3o vir de caixas vendidas nas farm\u00e1cias.<\/p>\n<p>Faltam dados que retratem a realidade da capital federal. Para esta reportagem, a Revista fez uma pequena enquete com 15 leitores. Apenas quatro disseram que dormem bem. Sortudos. A maioria, sete entrevistados, reclamou de ins\u00f4nia. Isso representa 46% do total. Os outros quatro contaram que pelo menos uma vez por semana t\u00eam dificuldades para dormir. A rela\u00e7\u00e3o edredon-travesseiro-cama nunca esteve t\u00e3o combalida. E voc\u00ea, tem dormido bem? Ge\u00f3rgia, Maria Eduarda e Sidneide s\u00e3o personagens que nunca, ou quase nunca, desligam. Nas pr\u00f3ximas p\u00e1ginas, leia o drama das madrugadas em claro, as consequ\u00eancias disso e as alternativas para driblar a ins\u00f4nia.<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"justify\">\n<h3>Uma luta noturna<\/h3>\n<\/div>\n<div align=\"justify\">\n<p>Rita Lee, a rainha do rock brasileiro, expressou em forma de m\u00fasica o qu\u00e3o sofrido \u00e9 n\u00e3o dormir. A m\u00fasica \u00e9 inspirada em \u201cminha pessoa\u201d, como conta a artista. Ela canta assim: Ins\u00f4nia, minha namorada\/Ins\u00f4nia de madrugada\/Rolando na cama, estou t\u00e3o cansada\/Mas ela me chama\/Ai, ai, ins\u00f4nia.<\/p>\n<p>Como na can\u00e7\u00e3o, 73 milh\u00f5es de brasileiros, segundo estimativa da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Sono, n\u00e3o conseguem dormir. O n\u00famero \u00e9 a soma dos habitantes dos estados de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Goi\u00e1s. Os dois primeiros s\u00e3o os mais populosos do pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"justify\"><\/div>\n<div align=\"justify\">\n<div align=\"justify\">\n<p>Uma das pessoas nessa multid\u00e3o \u00e9 Maria Eduarda Bueno, 22 anos. Formada em direito, ela administra a empresa da fam\u00edlia e estuda para concurso. Quer seguir a carreira de policial. O combust\u00edvel para a ins\u00f4nia dela \u00e9 a ansiedade. \u201cLidar com a press\u00e3o do estudo e da frustra\u00e7\u00e3o de n\u00e3o passar numa prova \u00e9 dif\u00edcil\u201d, conta. A jovem sorridente e descontra\u00edda j\u00e1 ficou tr\u00eas noites sem dormir. \u201cAssisti a sete epis\u00f3dios de uma s\u00e9rie numa noite\u201d \u2014 cada cap\u00edtulo tem cerca de 45 minutos . E emenda: \u201cDeito uma hora antes da hora que eu quero dormir. Apago as luzes, tento ler. Mas, quando n\u00e3o \u00e9 dia de dormir, n\u00e3o tem jeito. Quando vejo, s\u00e3o 5h da manh\u00e3 e tenho que me levantar\u201d, reclama.<\/p>\n<p>A celeuma noturna come\u00e7ou h\u00e1 um ano e meio. Na \u00e9poca, Duda, como \u00e9 conhecida, estava finalizando o trabalho de conclus\u00e3o de curso. A situa\u00e7\u00e3o degringolou de tal forma que a mo\u00e7a passou a tomar rem\u00e9dios. \u201cUma vez, parei no pronto-socorro com dores na cabe\u00e7a por estar h\u00e1 muito tempo sem dormir. Teria que tomar rem\u00e9dio todos os dias, mas n\u00e3o gosto. S\u00f3 uso quando estou no meu limite. Eu tinha noites espor\u00e1dicas que n\u00e3o dormia, mas isso foi se acentuando. Nunca fui de dormir muito, mas n\u00e3o imaginava chegar a esse n\u00edvel\u201d, explica. Para Duda, uma noite bem-dormida tem, em m\u00e9dia, 4 horas de sono.<\/p>\n<p>Mais de 11 milh\u00f5es de brasileiros, o equivalente a 7,6% da popula\u00e7\u00e3o, usam medicamentos para dormir. O \u00edndice \u00e9 um dos destaques da mais recente Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS), divulgada no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Duda prefere terapias alternativas. Diariamente, ingere c\u00e1psulas com extrato de maracuj\u00e1. O composto homeop\u00e1tico \u00e9 usado como tranquilizante. \u201cAntes de dormir, a sensa\u00e7\u00e3o do rem\u00e9dio n\u00e3o \u00e9 boa. J\u00e1 acordei deitada no ch\u00e3o e tive alucina\u00e7\u00e3o\u201d, reclama.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fim do ano, uma nova droga deve chegar \u00e0s farm\u00e1cias. A ramelteona \u2014 que ser\u00e1 produzida por um laborat\u00f3rio em S\u00e3o Paulo \u2014 imita mecanismo de a\u00e7\u00e3o da melatonina, isto \u00e9, desacelera o sistema nervoso central e contribui para a regula\u00e7\u00e3o do ciclo natural de sono. A a\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizada no iniciar do sono. Os cientistas que desenvolveram a ramelteona garantem que a subst\u00e2ncia pode evitar os efeitos colaterais atordoantes dos medicamentos sedativos, que funcionam retardando o sistema nervoso central. Desde 2005, o medicamento \u00e9 comercializado nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A ramelteona \u00e9 inspirada no funcionamento do horm\u00f4nio respons\u00e1vel pela desacelera\u00e7\u00e3o do sistema nervoso central e a indu\u00e7\u00e3o do sono, a melatonina. Em v\u00e1rios pa\u00edses, a droga \u00e9 vendida h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Por aqui, em outubro do ano passado, uma ju\u00edza do Distrito Federal chegou a determinar que a Anvisa autorizasse a comercializa\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o da melatonina no Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"justify\"><\/div>\n<div align=\"justify\">\n<div align=\"center\">\n<ul>\n<li><strong>Exerc\u00edcio antes de dormir ajuda ou atrapalha?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div align=\"center\"><strong>Estudos recentes indicam que, ao contr\u00e1rio do que se imaginava, praticar atividades f\u00edsicas leves ou moderadas antes de dormir n\u00e3o atrapalha o sono. At\u00e9 ajuda a relaxar depois de um dia estressante de trabalho. \u00c9 o que sugere uma pesquisa da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do Sono, maior institui\u00e7\u00e3o americana dedicada a investiga\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea. Mas isso vale apenas para pessoas saud\u00e1veis. O intervalo entre a malha\u00e7\u00e3o e os len\u00e7\u00f3is deve ser de, no m\u00ednimo, 3 horas. Menos que isso, \u00e9 poss\u00edvel que o estado de agita\u00e7\u00e3o provocado pelo exerc\u00edcio dificulte o embalo no sono.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div align=\"left\">\n<h3>Quando o sono n\u00e3o vem&#8230;<\/h3>\n<\/div>\n<div align=\"left\">\n<p>Quem conhece a cantora Ge\u00f3rgia W. Al\u00f4, 43 anos, estranha a reclama\u00e7\u00e3o de noites maldormidas. Ela era o tipo de gente que, \u201conde se encosta, dorme\u201d, como ca\u00e7oa o ditado popular. Contudo, as noites j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o as mesmas no apartamento da Asa Norte. H\u00e1 tr\u00eas anos, Ge\u00f3rgia est\u00e1 em crise com os len\u00e7\u00f3is. Acorda v\u00e1rias vezes \u00e0 noite, tem sono inquieto e se irrita na tentativa de dormir. \u201cA sensa\u00e7\u00e3o que eu tenho \u00e9 que vivo em estado de cansa\u00e7o extremo. F\u00edsico e mental\u201d, pondera.<\/p>\n<div align=\"left\">\n<p>A falta de rotina, chamada de higiene do sono por m\u00e9dicos, \u00e9 o que atrapalha a cantora. \u201cDurmo tarde. Isso deixa as coisas ainda mais dif\u00edceis\u201d, assume. O encontro de Ge\u00f3rgia e a cama n\u00e3o ocorre antes da 1h da madrugada. O mea-culpa \u00e9 ancorado em avalia\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas. \u201cJ\u00e1 me receitaram rem\u00e9dios, recomendaram fazer exerc\u00edcios f\u00edsicos e a organizar meus h\u00e1bitos. Apostei em ch\u00e1s e na homeopatia, mas nada trouxe resultado.\u201d<\/p>\n<p>Para frear os preju\u00edzos da ins\u00f4nia, Ge\u00f3rgia vai passar por uma polissonografia, exame usado para a investiga\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios dist\u00farbios do sono. \u201cEm alguns momentos, cheguei a ir para a sala, sentar no sof\u00e1 e chorar a madrugada inteira. O corpo est\u00e1 cansado, a mente est\u00e1 cansada e voc\u00ea n\u00e3o consegue dormir. Isso gera um desespero enorme. Interfere na minha voz, fico irritada e tenho lapsos de mem\u00f3ria\u201d, conta. Ela desconfia que, aliado ao cotidiano desregrado, a oscila\u00e7\u00e3o do ciclo pr\u00e9-menopausa pode ter influenciado o sono.<\/p>\n<p>Ge\u00f3rgia est\u00e1 enveredando pelo caminho correto, diz Geraldo Lorenzi, diretor do Laborat\u00f3rio do Sono do Instituto do Cora\u00e7\u00e3o do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo. \u201c\u00c9 preciso manter hor\u00e1rios regulares, n\u00e3o tomar bebidas cafeinadas, desligar celular e relaxar uma hora antes do sono. Temos que criar condi\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas para dormir. N\u00e3o \u00e9 desligar a luz e dormir\u201d, explica.<\/p>\n<p>As m\u00edseras quatro horas de sono de Ge\u00f3rgia est\u00e3o longe do ideal. H\u00e1 poucas semanas, a Academia Americana de Medicina do Sono voltou a reafirmar que o per\u00edodo ideal \u00e9 de 7 a 8 horas. Menos que isso, h\u00e1 graves danos ao sistema imunol\u00f3gico, aumento das chances de doen\u00e7as cardiovasculares e de obesidade. \u201cDiversas fun\u00e7\u00f5es ocorrem durante o sono, como a libera\u00e7\u00e3o de alguns horm\u00f4nios e as conex\u00f5es neurocerebrais que acontecem quando se est\u00e1 dormindo. N\u00e3o \u00e9 um est\u00e1gio de hiberna\u00e7\u00e3o. O sono ruim deixa o organismo mais vulner\u00e1vel\u201d, refor\u00e7a Luciane Mello, coordenadora do Ambulat\u00f3rio do Ronco e Apneia do Hospital Federal da Lagoa (RJ).<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"left\">\n<h3>Fique atento<\/h3>\n<p>Dicas para uma boa noite de sonoFixar um hor\u00e1rio certo de ir para a cama e de acordar.<\/p>\n<ul>\n<li>Evitar dormir durante o dia.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Evitar o consumo de bebidas alco\u00f3licas por no m\u00ednimo 6 horas antes de dormir.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Fugir das refei\u00e7\u00f5es pesadas antes de dormir e evitar o uso de bebidas estimulantes, como caf\u00e9, ch\u00e1-preto, verde ou mate e energ\u00e9ticos, por no m\u00ednimo 6 horas antes de dormir.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Melhorar o ambiente do sono. O quarto em que se dorme deve ser confort\u00e1vel, silencioso, escuro e com temperatura adequada.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div align=\"left\">\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>Fonte<\/strong>:<\/span> <strong>Instituto do C\u00e9rebro de Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"left\">\n<h3>Consequ\u00eancia da vida moderna<\/h3>\n<p>Os efeitos colaterais da modernidade imp\u00f5em duras penas \u00e0s noites de descanso. A quantidade de gente que n\u00e3o consegue relaxar se avoluma a cada dia \u2014 alguns m\u00e9dicos arriscam dizer que aceleradamente. \u201cAs pessoas s\u00e3o estimuladas a conquistar outros mundos. Acho que cada vez mais vai haver mudan\u00e7as induzindo o homem a n\u00e3o dormir\u201d, pondera Almir Ribeiro Tavares, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria.<\/p>\n<p>A reportagem apresentou a Tavares os \u00edndices da enquete realizada pela Revista. Ele ficou preocupado com os resultados, mas n\u00e3o surpreso. \u201cAs tr\u00eas pessoas que responderam que dormem bem conquistaram isso. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dormir bem. \u00c9 preciso tempo para se construir o h\u00e1bito\u201d, analisa. M\u00e9dicos especialistas fomentam a necessidade da mudan\u00e7a de comportamento e de como a sociedade contempor\u00e2nea est\u00e1 tratando o sono. \u201cParamos de valorizar o sono. Ele n\u00e3o \u00e9 visto como um benef\u00edcio essencial, que faz parte da qualidade de vida. Um erro que pode ocasionar muitos preju\u00edzos.\u201d<\/p>\n<p>Insatisfa\u00e7\u00e3o no emprego, desgaste no relacionamento amoroso, barulho, estresse, falta de tempo e uma s\u00e9rie de outros contratempos do cotidiano atrapalham a rela\u00e7\u00e3o edredon-travesseiro-cama. \u201cVivemos com tablet, celular, computador e televis\u00e3o emitindo luzes dentro do quarto de dormir. Comemos mal, fazemos pouco ou nenhum exerc\u00edcio. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 preocupante. A qualidade do sono est\u00e1 cada vez pior. A priva\u00e7\u00e3o de sono \u00e9 porta de entrada, por exemplo, para todas as doen\u00e7as psicol\u00f3gicas\u201d, alerta Almir.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos agravos, dist\u00farbios do sono, como apneia (falha da respira\u00e7\u00e3o enquanto se dorme),\u00a0 paralisia do sono (falta de mobilidade do corpo por um momento, normalmente ao acordar), s\u00edndrome das pernas inquietas (desconforto que leva a uma necessidade compulsiva de mex\u00ea-las), sonambulismo, terror noturno (movimentos anormais durante o sono, como gritos e desespero), entre outras, est\u00e3o entre os mais corriqueiros. \u201cTemos que nos preocupar com a quantidade, mas tamb\u00e9m com a qualidade do sono. Os dois aspectos est\u00e3o prejudicados.\u201d<\/p>\n<h3>Luminosidade atrapalha<\/h3>\n<p>A luz das telas de aparelhos eletr\u00f4nicos, como tablets e celulares, pode causar ins\u00f4nia. \u00c9 que a luminosidade alta prejudica na hora de dormir, j\u00e1 que compromete a produ\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio respons\u00e1vel pelo sono. Segundo especialistas, quem avisa ao c\u00e9rebro que \u00e9 hora de dormir \u00e9 um horm\u00f4nio chamado melatonina, que relaxa o corpo e induz ao sono. A produ\u00e7\u00e3o dela \u00e9 prejudicada pela presen\u00e7a de luminosidade. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que o uso desses equipamentos seja interrompido uma hora antes de ir para a cama.<\/p>\n<\/div>\n<div align=\"left\"><\/div>\n<\/div>\n<div align=\"left\"><\/div>\n<div align=\"left\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>Fonte:<\/strong><\/span><br \/>\nRevista Correio (<a href=\"http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/revista-do-correio\/\">visitar site<\/a>)<\/div>\n<div align=\"left\"><strong><span style=\"color: #800000;\">Link para a mat\u00e9ria:<\/span><br \/>\n<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/revista\/2017\/07\/09\/interna_revista_correio,607968\/pessoas-com-dificuldade-para-dormir.shtml\">http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/revista\/2017\/07\/09\/interna_revista_correio,607968\/pessoas-com-dificuldade-para-dormir.shtml<\/a><\/div>\n<div align=\"left\"><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a reportagem veiculada na Revista do Correio do dia 09\/07\/2017 sobre as dicas para ter uma boa noite de sono.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4974,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[]},"categories":[57,59],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2723"}],"collection":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2723"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5202,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2723\/revisions\/5202"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2723"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2723"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}