{"id":4907,"date":"2025-10-01T17:44:03","date_gmt":"2025-10-01T20:44:03","guid":{"rendered":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/?p=4907"},"modified":"2025-10-01T17:58:46","modified_gmt":"2025-10-01T20:58:46","slug":"cerebro-em-forma-como-manter-a-saude-mental-e-cognitiva-depois-dos-50-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/cerebro-em-forma-como-manter-a-saude-mental-e-cognitiva-depois-dos-50-anos\/","title":{"rendered":"C\u00e9rebro em forma: como manter a sa\u00fade mental e cognitiva depois dos 50 anos"},"content":{"rendered":"<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<p>Confira a mat\u00e9ria da jornalista Roberta Malta do Jornal o Globo sobre como manter a sa\u00fade mental e cognitiva depois dos 50 anos. Dr. Ricardo Teixeira, neurologista do Instituto do C\u00e9rebro de Bras\u00edlia, participa da mat\u00e9ria com dicas para manter o c\u00e9rebro afiado nessa \u00e9poca da vida.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<hr \/>\n<p>Por <strong>Roberta Malta <\/strong>, Jornal o<strong> Globo.<\/strong><\/p>\n<p>Com a expectativa de vida cada vez mais alta, cresce tamb\u00e9m a preocupa\u00e7\u00e3o em manter a mente ativa, saud\u00e1vel e funcional. A partir dos 50 anos, o c\u00e9rebro passa por mudan\u00e7as fisiol\u00f3gicas que impactam a mem\u00f3ria, a aten\u00e7\u00e3o e a velocidade de processamento. No entanto, especialistas garantem: com h\u00e1bitos bem fundamentados e um olhar mais gentil para o pr\u00f3prio envelhecimento, \u00e9 poss\u00edvel preservar (e at\u00e9 melhorar!) a sa\u00fade mental e cognitiva.<\/p>\n<p>Para o neurologista <b>Ricardo Afonso Teixeira<\/b>, doutor pela Unicamp e m\u00e9dico do Instituto do C\u00e9rebro de Bras\u00edlia (ICB), \u00e9 fundamental compreender o que faz parte da passagem natural do tempo e o que pode ser sinal de alerta para doen\u00e7as como o Alzheimer.<\/p>\n<blockquote><p>Com 20 anos, as pessoas j\u00e1 se queixam de esquecimentos. Mas existe uma diferen\u00e7a entre, uma vez ou outra, n\u00e3o lembrar o que foi pegar na geladeira e repetir a mesma hist\u00f3ria a cada dez minutos&#8221;, observa.<\/p><\/blockquote>\n<p>Ele destaca o isolamento social como um dos grandes vil\u00f5es da sa\u00fade, sobretudo durante o processo de envelhecimento. &#8220;A solid\u00e3o pode aumentar significativamente o risco de desenvolver doen\u00e7as degenerativas&#8221;, alerta.<\/p>\n<p>E a rec\u00edproca tamb\u00e9m \u00e9 verdadeira. Segundo o psiquiatra Fernando Fernandes, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), o c\u00e9rebro mant\u00e9m sua plasticidade at\u00e9 o fim da vida, e a maturidade pode minimizar poss\u00edveis perdas. Por isso, h\u00e1 a necessidade de mant\u00ea-lo ativo e socialmente estimulado. &#8220;\u00c9 como um computador mais lento, mas com muito mais dados armazenados. A experi\u00eancia compensa a perda de velocidade no processamento&#8221;, compara.<\/p>\n<p>H\u00e1, no entanto, alguns sinais de alerta que n\u00e3o devem passar despercebidos.<\/p>\n<h4><b>Fique atento a alguns sinais de alerta:<\/b><\/h4>\n<p>Repetir perguntas, perder-se em locais familiares, ter dificuldade para lidar com finan\u00e7as ou esquecer a fun\u00e7\u00e3o de objetos cotidianos s\u00e3o alguns exemplos que merecem aten\u00e7\u00e3o, segundo os especialistas.<\/p>\n<p>&#8220;Esses sinais n\u00e3o devem ser normalizados. Se estiverem atrapalhando a rotina, \u00e9 hora de procurar ajuda m\u00e9dica&#8221;, aconselha o psiquiatra.<\/p>\n<h4><b>Estimulando o C\u00e9rebro<\/b><\/h4>\n<p>H\u00e1bitos saud\u00e1veis s\u00e3o capazes de preservar a sa\u00fade cerebral, e nunca \u00e9 tarde para investir neles. Aqui entra um conjunto de pilares amplamente reconhecidos: atividade f\u00edsica regular, sono de qualidade, alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada e conex\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o adianta s\u00f3 fazer palavras cruzadas. O c\u00e9rebro precisa de novidade, desafio, variedade&#8221;. Aprender um novo idioma, tocar um instrumento ou fazer cursos contribuem para a chamada reserva cognitiva, que funciona como um escudo contra o decl\u00ednio, destaca Fernando. O c\u00e9rebro precisa ser desafiado com novas atividades para aumentar a reserva cognitiva. Para isso, vale se matricular em cursos de diferentes \u00e1reas, por exemplo.<\/p>\n<p>E \u00e9 importante que essa estimula\u00e7\u00e3o inclua o encontro com outras pessoas. &#8220;Vale tudo: jogar domin\u00f3 na pra\u00e7a, fazer aulas de mem\u00f3ria ou simplesmente sair com os amigos para conversar&#8221;. &#8220;A sociabilidade \u00e9 um fator de prote\u00e7\u00e3o poderoso&#8221;, completa Ricardo.<\/p>\n<p>Outro pilar crucial, a sa\u00fade f\u00edsica \u00e9 essencial para manter o c\u00e9rebro ativo. Doen\u00e7as como hipertens\u00e3o, diabetes, colesterol alto e sedentarismo t\u00eam rela\u00e7\u00e3o direta com o risco de dem\u00eancia, especialmente o Alzheimer. A preven\u00e7\u00e3o passa por cuidar do cora\u00e7\u00e3o, da mente e do corpo como um todo. &#8220;Metade est\u00e1 na gen\u00e9tica, mas a outra metade est\u00e1 nas nossas m\u00e3os&#8221;, aponta o neurologista.<\/p>\n<p>Transi\u00e7\u00f5es t\u00edpicas dessa fase da vida, como a aposentadoria ou a chamada &#8220;s\u00edndrome do ninho vazio&#8221;, podem representar riscos emocionais se n\u00e3o forem encaradas com planejamento e acolhimento. &#8220;\u00c9 fundamental ressignificar essas mudan\u00e7as. Encar\u00e1-las como novas fases, com novos interesses e oportunidades, n\u00e3o como perdas. Isso ajuda a manter o equil\u00edbrio ps\u00edquico e evita o surgimento de quadros depressivos&#8221;, observa Fernando.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito foto:<\/strong> IA Gemini, criada com base no artigo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a mat\u00e9ria da jornalista Roberta Malta do Jornal o Globo sobre como manter a sa\u00fade mental e cognitiva depois dos 50 anos. 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