{"id":5264,"date":"2025-11-19T15:09:43","date_gmt":"2025-11-19T18:09:43","guid":{"rendered":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/?p=5264"},"modified":"2025-11-19T15:16:00","modified_gmt":"2025-11-19T18:16:00","slug":"conhecer-melhor-a-linguagem-do-amor-pode-facilitar-a-conexao-numa-relacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/conhecer-melhor-a-linguagem-do-amor-pode-facilitar-a-conexao-numa-relacao\/","title":{"rendered":"Conhecer melhor a linguagem do amor pode facilitar a conex\u00e3o numa rela\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">Uma rela\u00e7\u00e3o amorosa \u00e9 a melhor receita para uma vida satisfat\u00f3ria, prazerosa e com sa\u00fade, afirma especialista.<br \/>\n<!--more--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<hr \/>\n<p class=\"texto\">Reconhece-se que a principal raz\u00e3o que faz uma pessoa buscar acompanhamento psicoter\u00e1pico s\u00e3o suas dificuldades no relacionamento amoroso, e n\u00e3o \u00e9 de se espantar. O psiquiatra Robert Waldinger da escola de medicina da Harvard\u00a0define a rela\u00e7\u00e3o amorosa como a melhor receita para uma vida satisfat\u00f3ria, prazerosa e com sa\u00fade.<\/p>\n<p class=\"texto\">H\u00e1 algumas d\u00e9cadas a ci\u00eancia da conex\u00e3o entre as pessoas, que no seu in\u00edcio analisou a liga\u00e7\u00e3o entre m\u00e3e e filho, hoje traz um conjunto de conhecimento sobre a rela\u00e7\u00e3o amorosa e o quanto os padr\u00f5es de conex\u00e3o vivenciados na inf\u00e2ncia repercutem nas nossas rela\u00e7\u00f5es como adultos. Hoje j\u00e1 se fala em uma estrat\u00e9gia padr\u00e3o ouro para aprimorar uma rela\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica, um programa \u201cfitness\u201d para a rela\u00e7\u00e3o a partir desse princ\u00edpio..<\/p>\n<p class=\"texto\">A psic\u00f3loga Mary Ainsworth, pioneira no estudo da conex\u00e3o entre m\u00e3e e filho, descreve tr\u00eas tipos de liga\u00e7\u00e3o. A primeira \u00e9 o beb\u00ea que n\u00e3o sente ansiedade exagerada com a aus\u00eancia da m\u00e3e por um curto per\u00edodo, numa rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e-filho forte e de confian\u00e7a.\u00a0A crian\u00e7a explora sozinha o ambiente sem medo.<\/p>\n<p class=\"texto\">Outras crian\u00e7as sofrem com a inseguran\u00e7a da separa\u00e7\u00e3o, com manifesta\u00e7\u00f5es de raiva e p\u00e2nico e, ao entrarem novamente em contato com a m\u00e3e, t\u00eam menor receptividade por parte delas. E h\u00e1 um terceiro grupo que demonstra indiferen\u00e7a frente \u00e0 separa\u00e7\u00e3o ou reencontro com a m\u00e3e. Estas n\u00e3o t\u00eam expectativa de uma conex\u00e3o segura.<\/p>\n<p class=\"texto\">A partir da d\u00e9cada de 1980 foi sendo descrito que esses padr\u00f5es na rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e-filho t\u00eam influ\u00eancia nas rela\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo adulto, incluindo as amorosas. Por exemplo, a falta de aten\u00e7\u00e3o pela m\u00e3e quando ainda beb\u00ea pode gerar um comportamento adulto inseguro, na d\u00favida se t\u00eam direito aos cuidados de outra pessoa. H\u00e1 os que t\u00eam um comportamento de evita\u00e7\u00e3o, ignoram o parceiro ou parceira, especialmente em situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade. J\u00e1 parceiros seguros t\u00eam a expectativa de serem correspondidos e serem amados. Estudos longitudinais mostram que o perfil de conex\u00e3o com as m\u00e3es quando beb\u00eas vai se refletir no sucesso de rela\u00e7\u00f5es sociais e amorosas na adolesc\u00eancia e idade adulta.<\/p>\n<p class=\"texto\">Um experimento feito com mulheres casadas apontou que, ap\u00f3s pequenos choques, elas tinham menor ativa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas do c\u00e9rebro associadas a respostas emocionais e comportamentais a amea\u00e7as e tamb\u00e9m menor sensa\u00e7\u00e3o dolorosa quando seguravam a m\u00e3o do marido. Essa mitiga\u00e7\u00e3o da dor era mais significativa entre casais que mantinham uma rela\u00e7\u00e3o de apoio m\u00fatuo. O efeito era bem menor quando seguravam a m\u00e3o de um estranho ou m\u00e3o alguma. Resultados semelhantes j\u00e1 foram demonstrados ao apenas imaginar a pessoa amada, com efeitos positivos tamb\u00e9m sobre a frequ\u00eancia card\u00edaca e n\u00edveis do horm\u00f4nio do estresse.<\/p>\n<p class=\"texto\">Nossas rela\u00e7\u00f5es fazem parte do nosso c\u00f3digo de sobreviv\u00eancia.\u00a0E rela\u00e7\u00f5es seguras nos fazem sentir protegidos de perigos e amea\u00e7as. Elas nos permitem conviver melhor com as fragilidades humanas e isso traz equil\u00edbrio mental que se estende ao corpo.<\/p>\n<p>*<strong>Dr. Ricardo Afonso Teixeira \u00e9 doutor em neurologia pela Unicamp e neurologista do Instituto do C\u00e9rebro de Bras\u00edlia.<br \/>\n<\/strong><strong>Cr\u00e9dito foto:<\/strong> PEXELS<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma rela\u00e7\u00e3o amorosa \u00e9 a melhor receita para uma vida satisfat\u00f3ria, prazerosa e com sa\u00fade, afirma especialista.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5265,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[]},"categories":[57,52],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5264"}],"collection":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5264"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5264\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5266,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5264\/revisions\/5266"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5264"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5264"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5264"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}