{"id":5431,"date":"2026-10-23T17:02:37","date_gmt":"2026-10-23T20:02:37","guid":{"rendered":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/?p=5431"},"modified":"2026-10-23T17:02:37","modified_gmt":"2026-10-23T20:02:37","slug":"uma-mentira-leva-a-outra-como-isso-funciona-no-cerebro-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/uma-mentira-leva-a-outra-como-isso-funciona-no-cerebro-4\/","title":{"rendered":"Uma mentira leva a outra. Como isso funciona no c\u00e9rebro?"},"content":{"rendered":"<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">A repeti\u00e7\u00e3o de pequenas mentiras pode reduzir os sinais de alerta do c\u00e9rebro e abrir caminho para comportamentos cada vez mais desonestos, segundo estudo brit\u00e2nico.<br \/>\n<!--more--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"m_4422705779587974637yui_3_16_0_ym19_1_1511348855948_49464\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div id=\"m_-1278217216785674693ydp9dc2daf3yiv0291208248yMail_cursorElementTracker_1606865733683\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<hr \/>\n<p>Nosso c\u00e9rebro tem um mecanismo de alarme que acende a luz vermelha quando fazemos algo de perigoso, errado ou imoral. Contar uma mentira tem o poder de disparar esse alarme, tamb\u00e9m conhecido como am\u00edgdalas das regi\u00f5es temporais, e hoje entendemos parcialmente o fen\u00f4meno uma mentira leva a outra. Pesquisadores do University College of London estudou atrav\u00e9s de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica funcional os c\u00e9rebros de 80 volunt\u00e1rios durante um jogo em que eles tinham a possibilidade de mentir para aumentar as chances de ganhar o jogo.<\/p>\n<p>Uma pequena mentira era capaz de estimular as am\u00edgdalas, e \u00e0 medida que novas mentiras iam sendo contadas, as am\u00edgdalas iam ficando menos estimuladas, iam adormecendo. Com as am\u00edgdalas adormecidas, o c\u00e9rebro ficaria mais encorajado a contatar mentiras mais robustas. E foi exatamente isso que os cientistas encontraram: \u00c0 medida que eles iam mentindo, as am\u00edgdalas iam se apagando e as mentiras ficavam cada vez mais ousadas. Boa parte dos pol\u00edticos brasileiros parece n\u00e3o ter am\u00edgdalas adormecidas, mas em coma.<\/p>\n<p>O presente estudo s\u00f3 testou o ato de desonestidade, mas o mesmo poderia ser aplicado \u00e0 tomada de atitudes de risco e comportamento violento. Isso ainda precisa ser testado. A pesquisa foi publicada no prestigiado peri\u00f3dico Nature Neuroscience.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong><em dir=\"ltr\">*Ricardo Afonso Teixeira \u00e9 doutor em neurologia pela Unicamp e neurologista do Instituto do C\u00e9rebro de Bras\u00edlia.<br \/>\n<\/em><\/strong><strong>Cr\u00e9dito foto:<\/strong> Pexels<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A repeti\u00e7\u00e3o de pequenas mentiras pode reduzir os sinais de alerta do c\u00e9rebro e abrir caminho para comportamentos cada vez mais desonestos, segundo estudo brit\u00e2nico.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5432,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[]},"categories":[57,52],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5431"}],"collection":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5431"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5431\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5433,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5431\/revisions\/5433"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5432"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5431"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/icbneuro.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}