Toda vez que ouvimos falar de transtorno de déficit de atenção, logo pensamos em ineficiência. Na verdade, estudos têm mostrado que os portadores de déficit de atenção são pessoas mais criativas
Sabemos há algumas décadas que a inalação de gás carbônico poder ser um aliado no combate as crises de enxaqueca. Recentemente, pesquisadores dinamarqueses desenvolveram um dispositivo que se mostrou seguro e com boas chances de melhorar a vida de quem sofre de enxaqueca.
Muito feliz o termo Epidemia Neurológica Silenciosa para se referir aos transtornos cognitivos associados à pobreza. Estamos falando principalmente de um cérebro sem estímulos e desnutrido.
Quando ouvimos algo que a gente concorda, quando recebemos likes no Facebook, nosso cérebro é ativado de uma forma que traz a sensação de que devemos repetir a experiência. Aquilo que nos parece estranho, diferente, ativa outro circuito. A fina orquestração desses dois sistemas é um caminho promissor para o desenvolvimento pessoal e coletivo.
Podemos dizer que nossa vida melhorou com os dispositivos eletrônicos que temos hoje na palma das mãos. Entretanto, muitas vezes eles podem funcionar como sedutoras armadilhas.
As pessoas criativas não são necessariamente experts em uma determinada atividade. Ao invés de praticar exaustivamente um caminho já conhecido, elas criam sua própria rota. Entretanto, a prática tem seu espaço inequívoco. Picasso tinha habilidades de desenhista de dez mil horas antes de fazer suas obras desencontradas e geniais.
O cérebro é um dos assuntos mais comentados das áreas de ciência e saúde, mas nem tudo que lemos e ouvimos por aí pode ser considerado verdadeiro. Aqui você pode encontrar cinco exemplos desses mitos.
Medicações usadas para melhorar a atenção em pessoas portadoras de algum transtorno, como o de Déficit de Atenção e Hiperatividade, têm sido usadas cada vez mais entre aqueles sem qualquer disfunção neuropsiquiátrica. Será que isso faz sentido?