Dados recentes indicam que crianças e adolescentes de hoje são mais empáticos, pacientes e menos expostos a comportamentos de risco do que gerações anteriores, contrariando percepções comuns.
A Universidade de Harvard acompanhou mais de 130 mil voluntários ao longo de 43 anos. Estudos anteriores já haviam demonstrado esse efeito protetor na cognição, mas com resultados conflitantes.
Estudo aponta que a formação de novos neurônios no cérebro adulto é maior em idosos com bom desempenho cognitivo, reforçando evidências de que hábitos como atividade física podem contribuir para preservar a saúde cerebral ao longo da vida.
Estudos mostram que a fadiga mental reduz a capacidade de julgamento ao longo do dia, mas pausas estratégicas podem ser a chave para “recarregar” o cérebro.
Nova pesquisa publicada na Nature aponta que o Parkinson pode ser uma doença de circuito cerebral, e não apenas da perda de dopamina, abrindo caminho para novas estratégias de diagnóstico e tratamento mais precisas e eficazes.
Pesquisadores da Universidade de Cambridge analisaram dados de 125 mil mulheres e confirmaram que a transição para a menopausa não é apenas uma mudança hormonal, mas um evento que altera a estrutura cerebral e o bem-estar mental.
A ciência tem demonstrado que rituais supersticiosos não devem ser vistos como meras tolices. Eles promovem mais autoconfiança e ganhos na capacidade executiva.
Estudo publicado na revista Cell revela que as medicações estimulantes não atuam diretamente nos centros de atenção, mas em áreas ligadas à vigília e à recompensa cerebral.