Coerência, propósito e importância existencial são três dimensões que podemos exercitar para termos mais sentido em nossas vidas. Um quarto caminho está se concretizando.
Pesadelos episódicos são condições relativamente comuns na população geral, mas quando começam a ficar muito frequentes, vale uma consulta com o médico para mapear possíveis associações com transtornos de ansiedade e até mesmo quadros neurodegenerativos, por exemplo.
Contrariando os pessimistas, nem tudo é ladeira abaixo quando se pensa em envelhecimento cerebral. Algumas capacidades tornam-se até melhores que nos jovens, mesmo aos 70-80 anos de idade.
Gentileza, altruísmo e otimismo são três ferramentas preciosas para se alcançar um estado de felicidade. Essa trinca influencia não só o bem estar individual, mas também os de quem estão ao nosso redor.
Além dos cuidados físicos e emocionais, uma janela preciosa na relação entre a equipe de saúde e o paciente e seus familiares pode se abrir: a dimensão espiritual.
Conhecemos há muito tempo a associação do uso exagerado do álcool a inúmeras doenças, mais de duzentas. Mais recentemente, um grande corpo de evidências tem nos mostrado que o consumo moderado não é tão inocente assim.
Divertir: do latim DIVERTERE, “virar em diferentes direções”, de DIS-, “para o lado”, mais VERTERE, “virar”. A ideia é “voltar-se para um lado diferente das preocupações”. Isso faz muito bem ao cérebro em todas as idades. Na velhice pode ser uma grande arma contra o declínio cognitivo.
A sociabilidade é vista de forma inequívoca como um traço de vantagem evolutiva das espécies, e assim como em tantas outras particularidades dos seres humanos, existe uma forte influência dos genes na expressão dessa característica.