A música pode retratar os ritmos emocionais do comportamento humano. Essa é conclusão de uma pesquisa em 51 países que mostrou uma tendência global a ouvir músicas agitadas ou relaxantes, a depender da hora do dia, estação do ano. proximidade do equador, etc.
Pesquisadores descrevem, pela primeira vez, um circuito que envolve o cerebelo e, no futuro, a sua manipulação pode ser usada para o tratamento de transtornos como autismo e drogadição.
A hiperconectividade dos adolescentes não deve ser motivo de pânico. Pesquisadores compararam os efeitos do mundo digital com outros fatores que os adolescentes são confrontados, como exposição ao álcool, tabagismo, bullying, etc. Quase todos esses fatores tiveram efeitos mais significativos que o tempo que passavam na frente dos dispositivos digitais.
Uma das recomendações médicas comuns da tal higiene do sono é evitar a prática de atividade física à noite. Mas será que isso realmente tem fundamento? Pesquisadores suíços estão falando que não. Confira.
A maioria das pessoas prefere comer em boa companhia e pesquisas mostram que as refeições são oportunidades únicas para incrementar a coesão social. E na hora de pedir um prato, se você escolhe um prato para dividir com o outro, esse efeito pode ser maior ainda.
Aquela história de que a relação de um casal se desgasta com o passar dos dos anos não é uma verdade absoluta. Um estudo recente mostrou que os casais com mais tempo de estrada juntos têm uma relação cada vez mais positiva.
A garotada tem dormido cada vez menos e tisso em impacto em vários sistemas do corpo. A obesidade é uma das muitas condições associadas à falta de sono nesta época da vida.
As crianças têm amigos fictícios e constroem mundos paralelos muito frequentemente. Os adultos poderiam levar um pouco desse comportamento, dito infantil, para suas vidas? Minha suspeita é de que isso pode ser uma poderosa ferramenta para incrementar nosso equilíbrio mental.
Homens e mulheres têm comportamentos diferentes quando pensamos, por exemplo, em ações altruístas ou egoístas. Entretanto, não devemos achar que isso é totalmente explicado por fatores biológicos inatos ou componentes socioculturais. Parece que a combinação dos dois é o mais provável.
Toda vez que ouvimos falar de transtorno de déficit de atenção, logo pensamos em ineficiência. Na verdade, estudos têm mostrado que os portadores de déficit de atenção são pessoas mais criativas
Sabemos há algumas décadas que a inalação de gás carbônico poder ser um aliado no combate as crises de enxaqueca. Recentemente, pesquisadores dinamarqueses desenvolveram um dispositivo que se mostrou seguro e com boas chances de melhorar a vida de quem sofre de enxaqueca.
Muito feliz o termo Epidemia Neurológica Silenciosa para se referir aos transtornos cognitivos associados à pobreza. Estamos falando principalmente de um cérebro sem estímulos e desnutrido.
Quando ouvimos algo que a gente concorda, quando recebemos likes no Facebook, nosso cérebro é ativado de uma forma que traz a sensação de que devemos repetir a experiência. Aquilo que nos parece estranho, diferente, ativa outro circuito. A fina orquestração desses dois sistemas é um caminho promissor para o desenvolvimento pessoal e coletivo.
Podemos dizer que nossa vida melhorou com os dispositivos eletrônicos que temos hoje na palma das mãos. Entretanto, muitas vezes eles podem funcionar como sedutoras armadilhas.
As pessoas criativas não são necessariamente experts em uma determinada atividade. Ao invés de praticar exaustivamente um caminho já conhecido, elas criam sua própria rota. Entretanto, a prática tem seu espaço inequívoco. Picasso tinha habilidades de desenhista de dez mil horas antes de fazer suas obras desencontradas e geniais.