A sincronização é demonstrada através da atividade elétrica e de fluxo sanguíneo e não é um fenômeno que é explicado pela simples experiência compartilhada.
Há pouquíssimas evidências científicas de que as “smart drugs” trazem reais benefícios cognitivos a indivíduos sem transtornos neurológicos ou psiquiátricos. Existem até resultados mostrando que algumas pessoas podem piorar o desempenho.
Pesquisa recente aponta que os fracassos também devem fazer parte da nossa lista para chegar ao sucesso. Mas não qualquer fracasso, apenas aqueles que nos aprimoram para as próximas tentativas.
Estudos mostram que até um terço dos pacientes que sofrem de enxaqueca podem apresentar esse tipo de inchaço, decorrente de uma maior ativação do sistema parassimpático.
Estudo mostra que mesmo os idosos que chegam aos 90 anos com o as funções cognitivas preservadas apresentavam alterações microscópicas vasculares ou associadas à doença de Alzheimer.
Pesquisas recentes indicam que, desde que bem dosados, ciúmes, interesse pela vida alheia, inveja e prazer, não devem ser vistos como sentimentos que devem ser reprimidos.
No amor, no trabalho, saltando de bungee jump ou desbravando o mundo de bicicleta. Arriscar-se é uma condição da existência. É necessário, faz bem e proporciona momentos inéditos.
Pesquisas mostram que uma pessoa tem o código genético mais parecido com o do seu parceiro ou parceira quando comparado ao DNA de outras pessoas com mesmo nível socioeconômico, etnia e origem de nascimento.
Serotonina, dopamina e a endorfina são alguns dos neurotransmissores liberados após o consumo desses alimentos e isso faz com que tenhamos mais prazer em repetir a dose.