Hoje já contamos com um grande corpo de evidências de como a COVID 19 pode deixar nosso cérebro disfuncional. É capaz de alterar até o DNA dos neurônios!
Estudos apontam que o consumo moderado de álcool aumenta nossa longevidade. Entretanto, um corpo de pesquisas nos mostra que esse mesmo consumo moderado pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer e redução do volume cerebral ao longo dos anos. Como resolver essa equação?
Várias pesquisa científicas já comprovaram os benefícios que o convívio com cães pode trazer aos indivíduos. O estudo mais recente aponta que ter um pet reduz o declínio cognitivo quando ultrapassamos os 60 anos.
Há pessoas mais vulneráveis que outras à experiência do incerto e é isso é visto como um traço de personalidade que aumenta a chance de transtornos mentais, como a ansiedade. E nesses tempos de pandemia, essa associação ficou ainda mais robusta.
O movimento e a contração da musculatura das coxas e glúteos, antes ou após se levantar, aumenta o volume de sangue bombeado pelo coração e pode ajudar muito na redução dos pré-desmaios.
Algumas pessoas dedicam mais tempo em ambientes naturais, enquanto outras não. É claro que existem inúmeros fatores que definem esse comportamento, mas a genética de cada um tem muita influência.
Ficar calculando o que você pode ou não pode falar para não deixar transparecer seus segredos é uma tarefa cognitiva e emocional desgastante. Entretanto, pesquisas recentes mostram que o fato de ficar ruminando um segredo é algo ainda pior.
Ao envelhecer, nosso cérebro costuma apresentar cicatrizes bem pequenas que se apresenta como pontos brancos na ressonância magnética. Hoje entendemos bem melhor o que esses pontos significam.